Aumenta registro de jornalistas sem diploma

27 de abril de 2010 at 21:29 49 comentários

Por Izabela Vasconcelos/Do Comunique-se

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) já contabiliza 1098 registros de jornalistas sem graduação específica na área, após a decisão do Supremo Tribunal Federal, que derrubou a obrigatoriedade de diploma para exercer a profissão. A emissão de registro para jornalistas sem graduação passou a ser adotada pelo MTE no início deste ano, após publicação do acórdão da decisão. A orientação é de que os profissionais formados sejam registrados como “Jornalista Profissional”, e os sem diploma, “Jornalista/Decisão STF”.

O estado que mais emitiu o registro para não diplomados foi São Paulo, com 554 emissões. A lista segue com Minas Gerais (113) e Distrito Federal (70). O único estado que ainda não emitiu esse tipo de registro foi o Amapá. Os dados contabilizam registros emitidos até o dia 09/04.

Para o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murilo de Andrade, o número não altera a posição dos sindicatos em defender ou não a filiação de não diplomados. “É bom lembrar que já temos um estoque de quase 15 mil precários, por liminar. Esse novo número não altera a posição dos sindicatos em lutar pela regulamentação da profissão”, declarou.

Andrade acredita que o número de jornalistas sem graduação na área tende a crescer ainda mais. “Não me surpreende esse número, achei que até poderia ser maior. Tenho a impressão que irá crescer cada vez mais, porque o Ministério do Trabalho não tem critérios para o registro, basta estar vivo”, critica.

Sobre os direitos que esses novos jornalistas pretendem desfrutar, o presidente da Fenaj diz que a questão deve ser polêmica. “Os direitos desses jornalistas agora é problema do Congresso Nacional, digo da Câmara e do Senado. Eles que terão que saber o que fazer com esse estoque de jornalistas sem formação”, conclui.

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49 Comentários Add your own

  • 1. Felipy - 33  |  27 de abril de 2010 às 21:46

    Alô Gérson queria saber se você ou qualquer outra pessoa poderia me dizer de quando é aquela estátua do leão azul do baenão, se fosse possível gostaria que apresenta-se provas como noticías jornais. Obrigado.

  • 2. blogdogersonnogueira  |  27 de abril de 2010 às 23:33

    Vou pesquisar e informo…

  • 3. Leandro Carlos  |  28 de abril de 2010 às 0:05

    Agora pergunte para essas pessoas que se registraram como jornalista o que é ser um jornalista qual a importancia de um jornalista para a sociedade…e depois o que eles acham de uma pessoa ter um registro de uma profissao sem ter nem uma qualificação para a mesma..ou pelo menos experiencia no ramo…..tem uma vinheta na radio clube que diz ISSO É UMA VERGONHA…

  • 4. Leandro Carlos  |  28 de abril de 2010 às 0:05

    Agora pergunte para essas pessoas que se registraram como jornalista o que é ser um jornalista qual a importancia de um jornalista para a sociedade…e depois o que eles acham de uma pessoa ter um registro de uma profissao sem ter nem uma qualificação para a mesma..ou pelo menos experiencia no ramo…..tem uma vinheta na radio clube que diz ISSO É UMA VERGONHA…Vou te dizer

  • 5. Harold Lisboa  |  28 de abril de 2010 às 4:28

    Gerson, hoje no Para’, qual seria a situacao em numeros??? sabemos que tem muita gente enxerida pousando de Jornalista, ahh isso tem!

    Pegunta: qual a importancia de um jornalista para a sociedade???

    Resposta: acorda amanha sem noticia alguma e vc descobrira’, o quao sao importantes esses caras.

  • 6. Jorge Santos  |  28 de abril de 2010 às 7:03

    Conclusao: no Amapa ainda tem gente honesta.

  • 7. Fábio Sá  |  28 de abril de 2010 às 9:14

    Será que uma emissora séria, contrataria?

  • 8. Vicente  |  28 de abril de 2010 às 20:08

    Mais terrível do que não ter “notícia” é ter omissão de dados, manipulação de fatos, “informação distorcida” – muito do que lemos é ficção travestida de “verdade absoluta”. Muitos dos leitores, ouvintes e telespectadores se consideram bem informados porque leram os grandes jornais, ouviram as rádios mais populares ou viram a tv de maior IBOPE.
    Isso é grave e trágico!
    Se um não diplomado repassar os fatos da melhor maneira – como eles são – estão viva!
    Tem muito “profissional” apenas reproduzindo o discurso do patrão da mídia. Sem visão crítica.
    Muitas vezes os interesses do consumidor de notícia é boicotado nas reuniões de pauta.
    Afinal, quem pauta a grande mídia?

  • 9. Vicente  |  28 de abril de 2010 às 20:14

    A questão é saber se temos alguma “emissora séria”. Se o não diplomado for “bonzinho”, obediente e “cumpridor de seus deveres” e – acima de tudo – custar mais barato, vai ser contratado sim.

  • 10. Braz Gardini..  |  30 de abril de 2010 às 14:36

    Meu nome é Braz Gardini, e à muitos anos eu aguardava essa decisão do STF solicitei meu registro e “jornalista” pois eu embora não tenha cursado faculdade de comunicação me consodero apto a exercer tal função,,uma vez que tenho alguns trabalhos que me habilitam,,,tipo ) locução em rádio, musicas gravadas (como compositor), (4 livros escritosa e editados) convivência de 30 anos no meio artístico,apresentação de shows da Jovem Guarda, conhecimento e experiência em 4 países europeus… Inglaterra,Itália (sou cidadão italo-brasileiro) Suiça e França, e mais de 1200 poesias escritas,,, além de acompanhar de perto campanhas políticas como em 1986 do Dr ANTONIO ERMIRIO ao governo de são Paulo,, más eu acho que a minha condição para exercer esse profissão seja uma coisa que eu entendo ser de suma importância em qualquer profissão que se chama (bom senso) infelizmente o que tenho visto em todas as profissões é uma enorme falta de bom senso,,,, no tempo em que eu comecei a me comunicar (aparelho DELTA em parque de diversões) se exigia uma coisa chamada (DOM) pra exercer qualquer profissão,,,hoje algumas pessoa se formam simplesmente para operar a favor desse ou daquele de acordo com a viabilidade financeira,,, tenho um orkut abandonado que os amigos podem conhecer melhor a minha história, é só pesquisar BRAZ GARDINI,, respeito todas opiniões,,más acho que o bom senso vai bem,,em todas as ponderações,,, abraço á todos,,,

    Braz

  • 11. Gracielle Robbe  |  4 de maio de 2010 às 15:02

    Olá!
    Por gentileza, quais os documentos necessários para obter registro de JORNALISTA SEM DIPLOMA.
    *Gracielle

  • 12. braz gardini  |  10 de maio de 2010 às 5:56

    documentos que me solicitaram,,,PIS-CPF-RG comprovante de escolaride,carteira de trabalho,atestado de antecedente..leve tudo a delegacia regional do trabalho mais perto da sua casa,

  • 13. Luis César  |  23 de maio de 2010 às 14:24

    Alô pessoal, meu nome é Luís César, sou diplomado em várias áreas, todas de curso superior, mais especificamente em quatro, e colaboro com alguns sites em matérias especializadas. Estou requerendo o meu registro e sou plenamente apto a exercer a profissão, o que aliás, já venho fazendo há vários anos. Os que são contra na verdade não tem argumentos convincentes, é a mesma ladainha de sempre, um blá blá blá vazio e sem nexo.

  • 14. ISRAEL COSTA  |  27 de junho de 2010 às 22:41

    Visualizar O DIPLOMA JORNALÍSTICO
    O DIPLOMA JORNALÍSTICO

    O DIPLOMA JORNALÍSTICO

    Ser um bom escritor não é sinônimo de fazer uma faculdade. A dedicação no que se faz, me referindo a este tema, fala mais alto. Aliás: em se tratando de ler e escrever, se o profissional não souber isso com o ensino médio, não será fazendo uma faculdade que ele irá aprender. Grande parte dos países discutiu o fim da imposição do diploma para desempenhar a função de jornalista no Brasil. Quando iniciei os meus estudos de jornalismo, na UNICAMP, em Campinas, há quase trinta anos, eu já previa à desnecessidade desse mau uso de tempo. Quem fez jornalismo sabe disso: muitos estudantes da área não frequentava aula, em várias matérias, e passavam com notas altas. Quem sabe ler e escrever, realmente, e quer trabalhar na atividade jornalística, basta à força de vontade e ler os bons livros de bons autores. A maioria dos profissionais que está atuando continua aprendendo. Diga-se de passagem, todas às profissões estão sempre sendo atualizadas e os profissionais estão sempre aprendendo. Com certeza irá dar um banho em muitos diplomados que atua na área. Até dou à minha opinião: faça outro curso técnico, mesmo universitário para se especializar em escrever, com maior conhecimento, sobre àquela área. Conheço muita gente com diploma que escreve muito mal. Não é à-toa que um jornalista que está no auge da mídia, há algum tempo, foi corrigido por uma ex-participante do “BBB”, programa que é apresentado de ano em ano pela tal emissora onde ele trabalha, isso deu o que falar. Têm muitas redações de jornais que não admitem que empregam jornalista sem o diploma do referido ofício. Existe muitos dinossauros da comunicação escrita que nem se quer entraram numa universidade. Muitos fizeram outras ocupações. Imagine um veículo de comunicação, sem outros profissionais, só com jornalistas. Isso iria impedir os diálogos. Claro, uma redação completa precisa de profissionais em diversas áreas. Refiro-me à uma empresa que tenha como bancar à esses especialistas. Eles irão falar diretamente com o peso do conhecimento deles. Você, futuro jornalista, não se sinta preparado para assumir a função se já não estiver pronto, ou seja, se você estivesse preparado não iria fazer o curso. Não tente desistir de concluir o seu curso em andamento. Você que está formado, não rasgue o seu diploma. Tente fazer o melhor proveito dele.
    Mas à grande interrogação grosseira é a cassação da imposição moral do diploma pelo STF- pelo então Ministro(que à maioria dos cidadãos brasileiros se descontentaram, na época: Gilmar Mendes) foi que o jornalismo brasileiro estava andando muito devagar com à decisão. Não é verdade. Se você pensar em grande parte dos jornalistas e ir fazer uma pesquiza, verá que poucos fizeram jornalismo. À mídia digital está muito veloz e se é isso que você quer, tem conhecimento e está preparado, o futuro é agora.

  • 15. CARLOS A. CASSOLO  |  1 de julho de 2010 às 16:57

    Não sou jornalista diplomado. Sou jornalista por direito adquirido em meus 28 anos de trabalho na área. Diferente do que muitos jornalistas formados pensam, não basta um diploma para se tornar profissional. Me especializei, li muito sobre o assunto, pesquisei técnicas da área, participei de palestras, aprendi muito observando gente de qualidade da área. Isso vale muito mais do que um diploma na parede. Respeito quem pensa ao contrário,mas não tentem tirar um direito, de quem durante anos prova conhecimento através da credibilidade conquistada.

  • 16. Edson Morales  |  6 de agosto de 2010 às 14:58

    Creio que o problema não é ter ou não ter diploma de jornalista,a questão é ter experiencia para tal função ,o diploma não é prova que tal pessoa esteja apta para atuar na area é apenas uma prova que ele cursou uma faculdade,a exemplo dos Médicos que é mais indicado para realizar uma cirurgia complexa um recem formado ou esperiente médico de muitos anos de medicina ,recentemente mandei fazer o motor do meu carro, e o mecanico já com cerca de 50 anos de idade,mmandou seu filho de 17 realizar o trabalho,confesso que fiquei assustado,mas graças a Deus o meu carro não deu problema esta perfeito , o que as pessoas precisam e de oportunidade, oportunidaede esta que tanto os jornalista de nome diplomados defendem em seu telesjornais,e nos grandes orgãos de imprensa.abraços

  • 17. Rosane  |  15 de agosto de 2010 às 21:11

    Sou publicitária e ao estudar para um concurso publico de comunicação percebi que exisem muitas matérias de jornalismo e achei muito interessante. Comecei a procurar cursos de graduação e me deparei com inumeros sites discutindo este tema. Eu não tiraria registro de jornalista sem cursar faculdade por respeito AOS PROFISSIONAIS E POR MIM MESMA pois eu não tenho experiência.
    Sei que um bom profissional é união da teoria com a prática e eu quero aprender. Existem muitos publicitário que nunca cursaram faculdade e são bons, mas sua qualidade profissional é notória.
    Entendo que não porecise de Diploma, afinal para ser escritor basta escrever, não é mesmo? Acho que o que falta é um critério de avaliação para o registro de jornalista, deveria sim ser aplicada uma prova para se obter o registro além de comprovação mínima de experiência na função. Eu ainda vou fazer o meu curso, no mínimo uma pós graduação em jornalismo.
    Abraços a todos os jornalistas com ou sem diploma mas que exerçam concientes a sua função. Para os oportunistas que queren apenas o registro como um título e também para aqueles que tem diploma mas não se preocupam na qualidade do trabalho jornalístico vai uma frase para pensar: ” Se as pessoas se preocupassem em ser, tanto quanto se preocupam em parecer ser, com certeza seriam”.

  • 18. Braz Gardini  |  3 de setembro de 2010 às 17:18

    sai meu registro pela DRT-SP,vou montar um jornal de bairro,,abraço à todos!

  • 19. Jorge Arnaldo de Paula  |  10 de maio de 2011 às 11:05

    Em resposta ao Leandro Carlos, eu digo que a importância do jornalista, seja ele diplomado ou não, é o de levar a notícia verdadeira ao público, sem a intromissão do meio de comunicação (Jornal?Revista?tv?internet?) que, dependendo das negociações de bastidores(principalmente políticos) mostram parte ou tudo da matéria a ser divulgada.
    os meios de comunicação de massa no Brasil, aprenderam a vender as notícias, haja vista que em uma reportagem em um canal de tv, foi mostrado a sonegação fiscal de uma grande empresa brasileira que pouco tempo depois se tornou patrocinador de um dos programas de grande audiência popular. com certeza a matéria:ÉTICA não deve ter sido a maior pontuação na faculdade.

  • 20. Madson  |  16 de maio de 2011 às 21:39

    Tenho a plena convicção que tem muitos que estão se registrando como jornalista não formado, que não tem moral ou qualquer conhecimento, mas também 90% dos formados não tem nenhuma pratica e não serve nem para escrever literatura de cordel, acredito que teria que ter alguns critério, Boris Casoi e Willian Bonner não são formados em jornalismo, e podemos ai inúmeras comparações, Santos Dumont não fez faculdade de aeronáutica, Noé não fez faculdade de navegação, os do Titanic sim eram todos profissionais, Lula não fez faculdade de política e foi o melhor presidente da república que o Brasil já teve, e milhões de casos se for colocar aqui, com certeza temos muitos jornalistas não diplomados que são fantásticos, e colocam os formados no bolso.

  • 21. marcio josé duarte santana  |  13 de junho de 2011 às 22:50

    Tenho 49 anos, desde os 16, trabalho no ramo de jornais e gráficas, meu pai foi um dos maiores jornalistas que ja teve aquí em Maceió – AL, e nunca se quer frequentou uma universidade, hoje eu recebi meu registro de Jornalista e posso garantir que realizei um grande sonho que era de homenagea-lo, infelismente o senhor não mais esta aquí para compartilhar este momento único, porem, tenha a certeza que Universidade nenhuma mim ensinaria oque o snehor mim ensinou, um grande beijo, e continui sempre do meu lado grande professor.
    Márcio José Duarte Santana – Jornalista.

  • 22. marcio josé duarte santana  |  13 de junho de 2011 às 23:00

    Meu caro Madson, realmente vc foi muito feliz em seu comentário, e seria de suma importancia que os mimbecis que tanto lutam para prejudicar os “não diplomados” como eu, fizessem uma pequena reflexão a respeito das “pautas”- eu disse pautas e não putas-, que ja tiveram que realizar mesmo sabendo que estavam sendo manipulados – “pau mandado”.

  • 23. Tia Deia  |  7 de agosto de 2011 às 16:19

    Prezado Sr. Braz,

    Mesmo sem a exigência do diploma, temo dizer que o senhor não deveria requerer registro algum. O motivo é simples: um jornalista deve saber escrever, coisa que o senhor ainda não aprendeu. Somente no texto acima, há dezenas de erros de concordância, ortografia, etc. Não existe crase antes de palavra masculina, muito menos antes de palavra masculina no plural. Quando indicamos tempo decorrido, não usamos “a muitos anos”, mas sim “há muitos anos”… Pense bem e deixe a profissão para quem está realmente preparado para ela!

    At.
    Jornalista

  • 24. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:06

    Felipy, você é jornalista formado? É por causa de textos cheios de erros primários de português, como sua frase: “gostaria que apresenta-se provas como noticías jornais”… que nós, leitores, esperamos que muitos não formados apareçam para salvar alguma coisa da imprensa brasileira…

  • 25. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:09

    Lenadro, você é jornalista formado? É por causa de textos cheios de erros primários de português, como sua frase sem vírgula: “o que é ser um jornalista qual a importancia de um jornalista para a sociedade …” ou sua “experiencia” sem acento que nós, leitores, esperamos que muitos não formados apareçam para salvar alguma coisa da imprensa brasileira…

  • 26. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:13

    Haroldo, você é jornalista formado? É por causa de textos cheios de erros primários de português, como o seu “pousando” em lugar de “posando”, e o desprezo total pelos acentos que que nós, leitores, esperamos que muitos não formados apareçam para salvar alguma coisa da imprensa brasileira…

  • 27. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:17

    Olá, Tia Dea,

    Seria justo criticar e corrigir também os erros de português nos demais comentários deste blog, feitos por supostos jornalistas excelentemente formados para a profissão…

  • 28. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:23

    Eu já era estudante universitário quando se abriu o primeiro curso superior de jornalismo no Brasil… cujos professores não eram jornalistas formados… portanto, das duas uma: ou a formação de jornalistas no Brasil sofre de uma má formação congênita, ou pode-se fazer e até ensinar bom jornalismo sem ter feito esses cursinhos que andam por aí… Aposto na segunda hipótese, porque leio jornal há dácadas e acompanhei passo a passo a decadência da imprensa brasileira desde que estabeleceu-se a reserva de mercado para os portadores do cartuchinho.

  • 29. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:31

    Madson, não se engane: literatura de cordel é coisa séria e difícil, não é pra qualquer um, nem mesmo pra jornalistinha incompetente… aliás, parece que você também precisa melhjorar muito seu texto: “convicção que tem muitos que estão se registrando”? O que você queria dizer é que tem “convicção de que há muitos que…”? Nem comento o resto l…

  • 30. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:40

    Márcio, procure imediatamente um bom curso de português, pois, do contrário, você não vai consguir homenagear, mas sim envergonhar seu pai:
    “um dos maiores jornalistas que ja teve (houve) aquí em Maceió”?
    “infelismente”?
    “não mais esta (está) aquí “(aqui)”?
    “nenhuma mim (me) ensinaria”?
    “continui” (continue)?
    Sem falar da pontuação e da acentuação completamente exdrúxulas (uso a palavra aqui no sentido de disparatada e não de proparoxítona…)

  • 31. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:43

    Você quer dizer “abraço a todos”? Tá sobrando crase, como quase sempre sobra ou falta na imoprensa dos jornalistas formados e profissionais da imptensa brasileira… Prova dde que você tem todo o direito de ser considetrado jornalista, pois erra como quase todos eles…
    Em tempo: não sou jornalista, nem pretendo ser… sou uma mera vítima: simples leitor.

  • 32. Diogo Álvares  |  14 de agosto de 2011 às 15:49

    Jorge Arnaldo,
    você é ou pretende ser jornalista? Se for o caso, procure urgentemente um bom curso de português:

    “a importância do jornalista… é o (a) de levar notícia…” ?

    ” os meios de comunicação de massa…, aprenderam…” O que faz aí essa vírgula separando o sujeito do verbo?

    “foi mostrado a sonegação fiscal…” ou “foi mostrada a sobegação fiscal…”?

    “uma grande empresa …. se tornou patrocinador…” ou “patrocinadora”?

    … e por aí vai… sem falar do estilo can hestro.

  • 33. Beatriz D. Paolli  |  22 de setembro de 2011 às 10:15

    Pois é…. Sou jornalista por “capacitação e talento adquiridos.” Conheço muita, mas muita gente mesmo que não sabe nem escrever o próprio nome, e quando está diante de um microfone de uma rádio, por exemplo, parece que nunca viu aquilo na frente…. Lamentável essa situação: há pessoas que “esquentam” o diploma e saem por aí, gritando aos quatro ventos que é jornalista. Eu, pelo menos, sei escrever, não é? Abraços a todos;

    Beatriz Paolli.

  • 34. Edson Morales  |  23 de setembro de 2011 às 15:33

    Eu sou jornalista sem diploma, e fui contratado por uma grande organização brasileira, onde já avia jornalistas formados e aquela organização não tinha um jornal a nivel nacional. eu foi contratado por um trabalho realizado e não por um diploma conquistato em uma sala de aula, ou uma mensalidade paga. Hoje tenho meu proprio jornal, ando o dia inteiro pelas ruas de minha cidade em busca de noticias, vendas de publicidade. e contato com o povo. Creio que jornalista não é quem tem diploma, quem escreve bem, que faz faculdade, mas quem da a noticia, que tras a informação, eu quando contato um pedreiro, quero ver o seu seviço anterior, e não o seu diploma. quem quando vai ao médico, pergunta ao dr. onde esta o seu diploma? o diploma não é prova de competencia, Se para ser presidente do Brasil não precisa de diploma, porque para jornalista precisa? E quantos jornalistas renomados e formados declararam seu apoio e voto ao lula. Edson Morales, Rev.alianca@hotmail.com

  • 35. Nossa Paixão Sertaneja  |  2 de novembro de 2011 às 11:44

    Olá Gerson!
    Gostaria de saber quais os documentos necessários para fazer o Registro, sou formada em Administração, mas atuo como jornalista atualmente, e estou precisando urgentemente fazer tal registro. Pode me passar maiores informações, ou indicar algum site que tenha?

    Grata, Fernanda Marques.

  • 36. Mauro Demarchi  |  21 de novembro de 2011 às 9:10

    Sou escritor, trabalho atualmente na assessoria de imprensa da Prefeitura de Alfredo Wagner/SC e há mais de ano publico um jornal em parceria com um editor. Gostaria de ter o registro de jornalista, como faço isso pois não tenho tempo para frequentar uma faculdade (cidade pequena não tem nenhum curso superior) e tenho interesse em me registrar com essa profissão.

  • 37. Adriana  |  3 de dezembro de 2011 às 0:24

    A exigência do diploma de jornalista surgiu em 69 por determinação de Decreto-Lei. Os militares queriam dificultar o acesso de intelectuais de esquerda aos jornais. O presidente da Word Press Institute afirma que somente na América Latina existe a exigência deste diploma. O que surprende é quem deveria expressar à liberdade procura promover a “reserva de mercado”.

  • 38. jornalista kirkdouglas  |  12 de dezembro de 2011 às 17:33

    Sou jornalista diplomado e digo que o diploma é político e rentável.
    Tudo bem, uma formação técnica é necessária, mas, não a esses gritos políticos que estão fazendo por ai. É um alarde desnecessário. Por, exemplo, o William Bonner não é jornalista diplomado, ele é formado em PP que não tem nada a ver com jornalismo. Paulo Henrique Amorim, Cid Moreira, Zeca Camargo e por ai vai. Escrevem bem e têm boa leitura e profundo conhecimento conquistado com muita dedicação. Diploma de jornalismo não é sinônimo de profissionalismo. É “status”.

  • 39. Silvio  |  23 de fevereiro de 2012 às 15:15

    O fato e, a decisão esta ai, a lei deve ser cumprida, Eu particularmente entendo que os profissionais formados com diplomas defendam o veto do registro de não formados, e que os não formados queiram o registro assm como os formados, porém tudo se resume ao que chamam de ética profissional, pois existem diplomados que desconhecem o verdadeiro sentido da profissão assim como existem não diplomados que a exercem por amor, então ao invés de entrar em discução deveriam todos se unir diplomados e não diplomados e trabalharem de forma coesa, sem prostituir a profissão e agindo sempre de forma ética, levando a todos informações veridicas sem manipulações ou articulações as quais o sitema capitalista impõe!

  • 40. Anônimo  |  14 de abril de 2012 às 16:40

    Gostaria de saber se o registro de Jornalista Profissional,registrado
    na DRT, é valido como diploma de curso superior para fins de aposentadoria.Quem souber por favor me oriente.

  • 41. Gilvan Dias de Medeiros  |  14 de abril de 2012 às 17:50

    Acredito que não, uma vez que o registro profissional na DRT é caracterizado como um diploma de curso técnico e não superior, mas existem algumas profissões como exemplo no caso de contador que continuaram atuando amparado por decreto nas suas funções e passou-se a exigir o diploma somente para os novos profissionais posteriormente a lei ser sancionada

  • 42. Edson Morales  |  2 de julho de 2012 às 12:47

    Eu acredito que a maioria das pessoas já foram ao médico, e muitos tem seu medico de confiança, já passaram por cirurgias complexas, sem nunca ter pedido ao médico para que mostra-se o seu diploma, e ainda indica este médico para os seus amigos e familiares. o que leve esta pessoas acreditarem nestes médicos e a experiencia comprovada.muitas vezes ouvimos falar de falsos médicos que não tem diplomas, mas que só são descobertos depois de muitos anos de trabalho, mas até então trabalharam normalmente em hospitais e clinicas famosas. então o que vale é o diploma ou a experiencia? sou defensor que as pessoas devem cursar uma faculdade ou curso, mas não apenas para ter um titulo, mas para aprender. diploma não é prova que alguém esta apto para exercer uma profissão.

  • 43. jonathan  |  2 de outubro de 2012 às 10:50

    Acho que os Jornalistas sem diploma são mais adequados daqueles que tem pequena são livres e mais atualizaddos

  • 44. Anônimo  |  23 de outubro de 2012 às 19:20

    Prezados Senhores leitores deste conceituado blog,
    Tenho a honra de informar que, me foi concedido o direito de me registrar na FENAJ na categoria “Jornalista”, graças a Decisão Judicial da Vara do Trabalho de Fortaleza.
    Atenciosamente
    Ribamar Nascimento – Jornalista (Sem Diploma) MTE-SR/CE-2402

  • 45. Anônimo  |  23 de outubro de 2012 às 19:21

    Prezados Senhores leitores deste conceituado blog,
    Tenha a honra de informar que, me foi concedido o direito de me registrar na FENAJ na categoria “Jornalista”, graças a Decisão Judicial da Vara do Trabalho de Fortaleza.
    Atenciosamente
    Ribamar Nascimento – Jornalista (Sem Diploma) MTE-SR/CE-2402

  • 46. RIBAMAR NASCIMENTO  |  23 de outubro de 2012 às 19:22

    Prezados,
    No que se ref., ao item 44-Anonimo, na verdade não se trata de anaonimo, e sim de RIBAMAR NASCIMENTO

  • 47. FLECHA  |  29 de outubro de 2012 às 12:58

    já atuo na área aproximadamente uns 4 anos tenho muita experiência, e nem por isso saio dizendo aos setes ventos que sou jornalista. Sabendo que não possuo diploma, mas na realidade hoje em dia que conta é o profissionalismo conheço muitas pessoas formadas que ao menos sabem escrever quem dera realizar uma entrevista decente. Como já disse não sou formado mas amo minha profissão, e a cada dia que passa procura mais especialidades dentro da área que atuo……….. Detalhe também dei entrada no meu registro…………..Mas por pedido dos meus superiores………..

  • 48. Fernando Zarakauskas  |  30 de maio de 2013 às 3:59

    Tenho lido artigos e matérias de jornais, principalmente, que o redator não é familiarizado com a cultural gramatical do vernáculo e escreve errado e sem concordância, e isto, em jornais de grand circulação no país. Devem ter diploma de comunicação. Eu, por exemplo, não sou formado em faculdade de jornalismo, mas aprendí muito bem a redigir corretamente e uso sempre o dicionário de português para consultar a grafia das palavras das quais tenho dúvida, pois a revisão precisa ser feita antes da publicação no site da Ong da qual sou redator e repórter.

  • 49. Jones marinho  |  27 de março de 2014 às 4:29

    Olha.eu concordo com a posição dos jornalistas formados academicamente,que estudam,trabalham para pagar os estudos enfim fazem o esforco todo para se qualificarem.porém,os que são entusiastas ou os conhecidos carudos qua fazem na raça mesmo,tambem merecem.não vai ser uma formação academica que vai determinar se a pessoa realmente é ou não é um jornalista.a questão do diploma em determinadas profissões devem ser criteriosas respectivamente ao exercicio.por exemplo se há riscos como vida integridade fisica..e etc.a qualificação academica é imprescindível..é como deveria ser no cargo politico tambem..coisa que nao existe.por exemplo na arte..vemos cantores atores etc com formação e outros sem nenhuma e são considerados genios..se a pessoa faz,sabe o que faz,faz certo e direito e nao oferece risco a nada e a ningem entao ela é o que é.sem a necessidade de um diploma vamos dizer assim

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